Dr. Samuel Conrad, Cirurgia da Coluna

Cirurgia de revisão

Reoperar uma coluna já operada é um dos maiores desafios da especialidade. Exige diagnóstico preciso do que falhou, planejamento com imagem detalhada e uma equipe acostumada a cirurgias de grande porte.

Corredor de hospital iluminado por luz natural
Imagem ilustrativa

Motivos de revisão

  • Pseudartrose: a fusão não consolidou, e a dor ou a soltura dos implantes aparecem meses ou anos depois.
  • Quebra ou soltura de parafusos e hastes.
  • Infecção tardia dos implantes.
  • Cifose juncional: deformidade que surge logo acima ou abaixo da fusão.
  • Progressão de curvas fora do segmento fundido ou desequilíbrio do tronco.
  • Compressão neurológica em níveis adjacentes.

Avaliação

Radiografias panorâmicas em pé, tomografia para avaliar a consolidação e os implantes, ressonância para os nervos e, quando há suspeita de infecção, exames de sangue e culturas. Entender por que a primeira cirurgia falhou é o que evita repetir o problema.

A cirurgia

Revisões costumam envolver a retirada ou troca de implantes, a limpeza de infecção, osteotomias para corrigir deformidades rígidas e a extensão da fusão. O tecido cicatricial e a anatomia alterada aumentam a complexidade e o tempo cirúrgico. Por isso são realizadas com neuromonitorização, em hospital com terapia intensiva e banco de sangue, dentro do que se chama cirurgia complexa da coluna.

Fontes e revisão

O conteúdo desta página segue o consenso atual das principais sociedades da área e a prática clínica do consultório.

Revisado por Dr. Samuel Conrad, ortopedista e cirurgião de coluna, CRM-RS 33281, RQE 26426. Atualizado em setembro de 2026. Conteúdo informativo: cada caso é avaliado individualmente na consulta.

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Consultório no bairro Moinhos de Vento, em Porto Alegre. Atendimento a crianças, adolescentes e adultos.

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