Neuromonitorização
Durante toda a cirurgia, um médico neurofisiologista acompanha os sinais elétricos que percorrem a medula, por meio de eletrodos instalados após a anestesia. Qualquer alteração é detectada no exato momento em que ocorre, e o cirurgião pode interromper ou reverter a manobra antes que haja dano. É o recurso que tornou a correção de grandes deformidades muito mais segura.
Equipe e estrutura
- Anestesia especializada, incluindo anestesia pediátrica quando o paciente é criança.
- Neurofisiologia para a neuromonitorização.
- Unidade de terapia intensiva disponível para a primeira noite.
- Banco de sangue e protocolo de economia de sangue, com medicações que reduzem o sangramento e recuperação do sangue do próprio paciente.
- Fisioterapia e enfermagem treinadas na mobilização precoce.
- Imagem intraoperatória para conferir o posicionamento dos implantes.
Protocolos
Prevenção de infecção com antibiótico no momento certo, controle rigoroso da temperatura e da glicemia, prevenção de trombose, analgesia multimodal para reduzir o uso de opioides e lista de verificação cirúrgica em todas as etapas. Casos complexos são discutidos previamente em equipe.
Fontes e revisão
O conteúdo desta página segue o consenso atual das principais sociedades da área e a prática clínica do consultório.
- Scoliosis Research Society (SRS)
- SOSORT, sociedade internacional de tratamento ortopédico e de reabilitação da escoliose
- Weinstein SL et al. Effects of Bracing in Adolescent Idiopathic Scoliosis. New England Journal of Medicine, 2013 (ensaio BrAIST)
Revisado por Dr. Samuel Conrad, ortopedista e cirurgião de coluna, CRM-RS 33281, RQE 26426. Atualizado em setembro de 2026. Conteúdo informativo: cada caso é avaliado individualmente na consulta.


