Dr. Samuel Conrad, Cirurgia da Coluna

Segurança na cirurgia da coluna

Cirurgias de grande porte na coluna são seguras quando cada etapa é planejada e acompanhada. A tecnologia ajuda, mas o que protege o paciente é o conjunto: equipe, estrutura e protocolo.

Centro cirúrgico equipado e preparado
Imagem ilustrativa

Neuromonitorização

Durante toda a cirurgia, um médico neurofisiologista acompanha os sinais elétricos que percorrem a medula, por meio de eletrodos instalados após a anestesia. Qualquer alteração é detectada no exato momento em que ocorre, e o cirurgião pode interromper ou reverter a manobra antes que haja dano. É o recurso que tornou a correção de grandes deformidades muito mais segura.

Equipe e estrutura

  • Anestesia especializada, incluindo anestesia pediátrica quando o paciente é criança.
  • Neurofisiologia para a neuromonitorização.
  • Unidade de terapia intensiva disponível para a primeira noite.
  • Banco de sangue e protocolo de economia de sangue, com medicações que reduzem o sangramento e recuperação do sangue do próprio paciente.
  • Fisioterapia e enfermagem treinadas na mobilização precoce.
  • Imagem intraoperatória para conferir o posicionamento dos implantes.

Protocolos

Prevenção de infecção com antibiótico no momento certo, controle rigoroso da temperatura e da glicemia, prevenção de trombose, analgesia multimodal para reduzir o uso de opioides e lista de verificação cirúrgica em todas as etapas. Casos complexos são discutidos previamente em equipe.

Fontes e revisão

O conteúdo desta página segue o consenso atual das principais sociedades da área e a prática clínica do consultório.

Revisado por Dr. Samuel Conrad, ortopedista e cirurgião de coluna, CRM-RS 33281, RQE 26426. Atualizado em setembro de 2026. Conteúdo informativo: cada caso é avaliado individualmente na consulta.

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Consultório no bairro Moinhos de Vento, em Porto Alegre. Atendimento a crianças, adolescentes e adultos.

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