Dr. Samuel Conrad, Cirurgia da Coluna

Acompanhamento e observação

Observar não é deixar de tratar. É a conduta correta para a maioria das curvas pequenas, desde que feita com método: consultas regulares, medidas comparáveis e atenção ao crescimento.

Modelo anatômico de coluna vertebral sobre a mesa de um consultório
Imagem ilustrativa

Para quem

Curvas abaixo de 25° em crianças e adolescentes que ainda estão crescendo, e curvas maiores em pacientes que já atingiram a maturidade esquelética e não têm sintomas. Em adultos, o acompanhamento inclui a atenção à dor e ao equilíbrio, além do valor angular.

Como é feito

  • Consultas a cada 4 a 6 meses durante o estirão de crescimento, com exame clínico e medida da altura.
  • Radiografia panorâmica em pé quando há sinal de mudança ou em intervalos definidos, comparada sempre com o exame anterior.
  • Registro da maturidade esquelética: sinal de Risser, idade óssea e marcos da puberdade.
  • Orientação sobre atividade física, postura e sinais que a família deve observar em casa.

Um aumento de 5° ou mais entre dois exames é considerado progressão e pode mudar a conduta para o colete.

Radiação

Em crianças e adolescentes, cada radiografia é solicitada apenas quando pode mudar a conduta. São usadas técnicas de baixa dose, proteção das gônadas e das mamas e, quando disponíveis, sistemas de imagem de dose reduzida. Exames antigos são sempre aproveitados: eles contam a história da curva.

Fontes e revisão

O conteúdo desta página segue o consenso atual das principais sociedades da área e a prática clínica do consultório.

Revisado por Dr. Samuel Conrad, ortopedista e cirurgião de coluna, CRM-RS 33281, RQE 26426. Atualizado em setembro de 2026. Conteúdo informativo: cada caso é avaliado individualmente na consulta.

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Consultório no bairro Moinhos de Vento, em Porto Alegre. Atendimento a crianças, adolescentes e adultos.

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