Para quem
Curvas abaixo de 25° em crianças e adolescentes que ainda estão crescendo, e curvas maiores em pacientes que já atingiram a maturidade esquelética e não têm sintomas. Em adultos, o acompanhamento inclui a atenção à dor e ao equilíbrio, além do valor angular.
Como é feito
- Consultas a cada 4 a 6 meses durante o estirão de crescimento, com exame clínico e medida da altura.
- Radiografia panorâmica em pé quando há sinal de mudança ou em intervalos definidos, comparada sempre com o exame anterior.
- Registro da maturidade esquelética: sinal de Risser, idade óssea e marcos da puberdade.
- Orientação sobre atividade física, postura e sinais que a família deve observar em casa.
Um aumento de 5° ou mais entre dois exames é considerado progressão e pode mudar a conduta para o colete.
Radiação
Em crianças e adolescentes, cada radiografia é solicitada apenas quando pode mudar a conduta. São usadas técnicas de baixa dose, proteção das gônadas e das mamas e, quando disponíveis, sistemas de imagem de dose reduzida. Exames antigos são sempre aproveitados: eles contam a história da curva.
Conteúdo de caráter informativo, elaborado a partir da prática clínica e da literatura médica. Não substitui a avaliação individual.


